A rede de Jovens da Área 21 realizou nesta última semana as "Férias Jovens". Toda a Área foi convidada para participar das gincanas realizadas no templo central.
Vejam algumas fotos...
segunda-feira, 9 de julho de 2012
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Por que adolescentes são verdadeiras pestes?
Estudo revela que o funcionamento do cérebro
deles é diferente e, por isso, os jovens se tornam mal-humorados,
egoístas e imprudentes.
Adolescentes são propensos a ser mal-humorados, egoístas e imprudentes porque seus cérebros funcionam de maneira diferente quando eles fazem algo que gostam. Essa é a conclusão de um estudo realizado pelos professores Bita Moghaddam e David Sturman, da Universidade de Pittsburgh.
Segundo eles, essa é a razão pela qual os jovens tendem a correr mais riscos e ficam mais propensos a desenvolver doenças como depressão, vícios e esquizofrenias se comparados aos adultos. No estudo, a dupla percebeu que mais neurônios são ativados nos adolescentes quando eles recebem recompensas, tornando-os mais vulneráveis aos comportamentos impulsivos e viciantes.
As descobertas foram relatadas no Proceedings of the National Academy os Sciences, da Universidade de Pittsburgh, nos Estados Unidos. Além dos testes com adolescentes, foram feitas análises com ratos, que demonstraram o mesmo comportamento. “Os adolescentes respondem muitas vezes de forma diferente do que os adultos ao mesmo tipo de estímulo”, explica Moghaddam.
Segundo a dupla, os estudos devem prosseguir, uma vez que o comportamento dos adolescentes e suas vulnerabilidades psiquiátricas são bastante complexos e analisar o funcionamento de diversas regiões do cérebro interagindo ao mesmo tempo é uma tarefa difícil.
Adolescentes são propensos a ser mal-humorados, egoístas e imprudentes porque seus cérebros funcionam de maneira diferente quando eles fazem algo que gostam. Essa é a conclusão de um estudo realizado pelos professores Bita Moghaddam e David Sturman, da Universidade de Pittsburgh.
Segundo eles, essa é a razão pela qual os jovens tendem a correr mais riscos e ficam mais propensos a desenvolver doenças como depressão, vícios e esquizofrenias se comparados aos adultos. No estudo, a dupla percebeu que mais neurônios são ativados nos adolescentes quando eles recebem recompensas, tornando-os mais vulneráveis aos comportamentos impulsivos e viciantes.
As descobertas foram relatadas no Proceedings of the National Academy os Sciences, da Universidade de Pittsburgh, nos Estados Unidos. Além dos testes com adolescentes, foram feitas análises com ratos, que demonstraram o mesmo comportamento. “Os adolescentes respondem muitas vezes de forma diferente do que os adultos ao mesmo tipo de estímulo”, explica Moghaddam.
Segundo a dupla, os estudos devem prosseguir, uma vez que o comportamento dos adolescentes e suas vulnerabilidades psiquiátricas são bastante complexos e analisar o funcionamento de diversas regiões do cérebro interagindo ao mesmo tempo é uma tarefa difícil.
O seu time é melhor que o meu apenas no seu cérebro, mostra estudo
Estudo mostra que cérebro humano é predisposto a acreditar que o seu time favorito está melhor que o adversário.
Pode parar de dizer que as brigas de torcida são causadas pelo futebol. O verdadeiro responsável pela violência nos estádios é o seu cérebro. Isso mesmo. Um estudo feito pela University of Queensland, na Austrália, e publicado recentemente pelo site New Scientist mostra que o sentimento de “o meu time é melhor que o seu” tem mais causas naturais do que se imaginava.
De acordo com o responsável pelo estudo, Pascal Molenbergh, o cérebro humano reage de forma que um torcedor sempre enxergue o desempenho de sua equipe de maneira positiva, mesmo quando ela não é tão boa assim. Como é de se imaginar, isso acaba criando alguns confrontos de opiniões.
Para confirmar sua teoria, Molenbergh dividiu 24 voluntários em dois grupos e pediu que eles participassem de um pequeno jogo: um representante de cada time deveria fazer uma série de movimentos com as mãos e todos os envolvidos deveriam determinar quem foi mais rápido. O resultado mostrou que todo mundo considerou o membro de seu time como o vencedor, mesmo quando ambos realizaram a tarefa na mesma velocidade.
Além disso, a atividade cerebral durante a brincadeira apontou que a área responsável pela percepção foi ativada durante o jogo, e não na hora de determinar o vencedor, comprovando que todos os envolvidos já tinham uma predisposição para apoiar seus favoritos.
Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/ciencia/18727-o-seu-time-e-melhor-que-o-meu-apenas-em-seu-cerebro.htm#ixzz1mNlurQGk
De acordo com o responsável pelo estudo, Pascal Molenbergh, o cérebro humano reage de forma que um torcedor sempre enxergue o desempenho de sua equipe de maneira positiva, mesmo quando ela não é tão boa assim. Como é de se imaginar, isso acaba criando alguns confrontos de opiniões.
Para confirmar sua teoria, Molenbergh dividiu 24 voluntários em dois grupos e pediu que eles participassem de um pequeno jogo: um representante de cada time deveria fazer uma série de movimentos com as mãos e todos os envolvidos deveriam determinar quem foi mais rápido. O resultado mostrou que todo mundo considerou o membro de seu time como o vencedor, mesmo quando ambos realizaram a tarefa na mesma velocidade.
Além disso, a atividade cerebral durante a brincadeira apontou que a área responsável pela percepção foi ativada durante o jogo, e não na hora de determinar o vencedor, comprovando que todos os envolvidos já tinham uma predisposição para apoiar seus favoritos.
Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/ciencia/18727-o-seu-time-e-melhor-que-o-meu-apenas-em-seu-cerebro.htm#ixzz1mNlurQGk
Fonte: Tecmundo
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